Previsão do Tempo em Orlando

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Para não esquentar a cabeça - Parte 2

Certamente, nada melhor que um bom mergulho para amenizar o forte calor da Flórida no mês de julho, certo? Se você gosta de fortes emoções, errado!

Nos parques aquáticos da Disney, as opções vão muito além de um simples mergulho. Toboáguas, piscinas de ondas e até um tanque para nadar com tubarões estão entre as opções para os visitantes.

O mais antigo dos parques aquáticos da Disney, inaugurado em 1989, o Typhoon Lagoon tem sua origem explicada por uma “lenda”, segundo a qual, uma forte tempestade tropical teria arremessado pranchas de surf e barcos para o alto de casas, árvores e até para o topo de um vulcão. Essa tempestade, inclusive, seria a responsável pelo curso das águas dos rios que percorrem o parque.

Seja como for, independentemente de lenda, o Typhoon Lagoon é um parque da Disney e, como tal, reúne atrações para todos os gostos e idades:

- Para os amantes da vida marinha, o Shark Reef é uma ótima pedida. Nesse tanque de água salgada, você pode nadar com seu snorkel, enquanto observa, próximos a você, diversos tubarões e peixes tropicais.

- Para quem gosta de velocidade, a boa é deslizar em um dos muitos escorregadores e tobogãs espalhados pelo parque. Destaque para a “montanha-russa aquática” Crush ‘n’ Gusher, onde, a gravidade nos puxa para baixo e jatos de águas nos impulsionam para cima; para o Humunga Kowabunga, três tubos fechados e velozes, por onde deslizamos até cair na piscina; e para o Storm Slides, que são três escorregadores de alta velocidade, com várias curvas e um final encharcado (o que passa longe de ser um problema).

- Sempre tem uma galera que prefere pegar um bronzeado e relaxar. Para esses, nada melhor que a piscina de ondas, o riacho Castaway Creek ou deitar em uma das espreguiçadeiras disponíveis na praia do parque.

Se a lenda diz que o Typhoon Lagoon foi criado por uma tempestade tropical, uma tempestade de inverno, com muita neve, teria sido a responsável pelo surgimento de Blizzard Beach, a primeira estação de esqui do estado da Flórida que, com o calor que faz a neve derreter, passa a contar com tobogãs e pistas de slalon.

- Se você gosta de fortes emoções, aliás, mais do que isso, se você é corajoso de verdade, vale a pena enfrentar o Summit Plummit. Trata-se, simplesmente, do mais alto e veloz escorregador aquático dos EUA. Confesso que já vi muito valentão dizer que ia e, na “hora H” arrumar uma desculpa (Ah! Antes que eu me esqueça, deixem-me mandar um abraço aos meus primos Flávio e Digo! Sem querer insinuar nada...). Com o formato de uma rampa de saltos, o Summit Plummet tem altura equivalente a um prédio de 12 andares e atinge uma velocidade superior a 88 km/h. DICA: Se tiver mesmo coragem e vontade de ir, vá logo que abrir o parque, uma vez que, depois, as filas ficam enormes.

- Ainda no mundo das “fortes emoções”, para o mais medrosos, ou que não querem pegar uma fila com a do Summit Plummit, o Slush Gusher também é bem veloz e divertido.

- Obviamente, quem vai em excursão ou em família, quer se divertir junto com o resto da galera. Para isso, nada melhor que fazer um rafting no Teamboat Springs, um bote onde seu grupo vai ter a chance de deslizar, junto, montanha abaixo.

- Continuando com a diversão em família, ou em grupo, (e para dar chance de que meus primos tenham uma defesa), vale a pena apostar uma corrida no Tobbogan Racers, onde até oito pessoas podem disputar para ver quem é o primeiro a chegar lá embaixo.

Claro que os dois parques têm muito mais opções de piscinas, escorregadores, corredeiras, praias e muitas outras atrações, mas, para não ficar muito grande, vou ficar por aqui.

No próximo post, vou falar de algumas atrações refrescantes dos parques temáticos.

Por enquanto, é isso!

Beijos, abraços e até a próxima!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Para não esquentar a cabeça - Parte 1

Fala, galera!

Por mais agradável que seja pegar um solzinho, curtir o Blizzard Beach, se molhar na Splash Mountain e tomar um Ice Cream Sandwich, o sol também traz preocupações. Como carioca, sei muito bem disso.


Ice Cream Parlor: nada melhor que um sorvete para enfrentar o calor de Orlando.

No fim, tem umas dicas sobre sorvetes, mas, antes, vou aproveitar para repassar algumas dicas sobre cuidados a serem tomados em Orlando no mês de julho, já que uma galera que curte o blog estará curtindo tudo que a Terra da Magia tem para nos oferecer nesse período.

A primeira, obviamente, é tomar muito líquido. Algumas pessoas, não gostam muito do sabor da água de lá, pois é muito clorificada e fluorada, mas, em compensação, você pode ficar seguro com relação a beber água da torneira, que, apesar do gosto, é completamente potável. Para quem quiser água "sem gosto", obviamente, todos os parques vendem água mineral.

Pó instantâneo para Gatorade, fácil de fazer e ótimo para matar a sede.

Ainda sobre hidratação, é uma boa levar algum tipo de bebida isotônica aos parques. No Wal Mart, por exemplo, é possível encontrar todas as marcas e sabores, nos mais variados tamanhos, incluindo o pó para preparo de Gatorade, que rende bastante e é muito fácil de fazer, basta encher as garrafinhas e levar. Confesso que quero até trazer uns dois sacos de Gatorade em pó para o Brasil, é difílcil de achar por aqui, mas muito útil para quem pratica atividades físicas.

Outra coisa importante é a proteção. Vale lembrar que o sol, por mais gostoso que seja, pode provocar doenças, então, como diria Pedro Bial: "Filtro solar! Use o filtro solar!"...

Vale a pena cuidar bem da pele, para evitar aborrecimentos futuros. E, mesmo para os que não gostam de ficar passando creme, óleo, etc., rolam uns protetores solares em "spray", que não são caros, mas muito práticos de utilizar. É bom, depois de voltar ao hotel e tomar banho, passar algum tipo de hidratante, para não ficar ardendo tanto, nem precisa ser um Victoria's Secret, mas qualquer um que já ajude a aliviar os efeitos do sol. Sei que, depois dessa dica, a maioria dos garotos deve estar pensando que "esse cara do blog é boiola, já que passar protetor e hidratante é coisa de viado!", mas podem ter certeza que, no futuro sua saúde vai agradecer por isso. Na verdade, eu gostaria até de ter mais cuidado do que tenho, mas, pelo menos, já estou me cuidando um pouco mais.

Para proteção da cabeça, usem chapéu! Vale até uma dica que o Felipe, um colega guia, deu: "No Wal Mart vende uns bonés baratinhos, tipo uns três, quatro, cinco dólares! Só para fazer os parques mesmo, depois o pessoal compra um boné que ache mais 'da hora', mas é importante já usar chapéu desde o início...". E é importante mesmo. Confesso que, como jogador de beisebol, o boné já faz parte do meu cotidiano, mas fica a dica do Felipe para o pessoal.

Agora, falando do que mais agrada ao pessoal, vamos aos parques, atrações e outras dicas refrescantes.

Sorvetes:

Em todos os parques da Disney é possível enontrar uma enorme variedade de sorvete, mas, por gosto, eu destacaria o Ice Cream Sandwuich e o Pinneaple Float. O primeiro, como o próprio nome já deixa claro, é um sanduíche de sorvete feito com duas camadas de cookies e muito recheio de sorvete de baunilha. O melhor de todos é um feito na hora, no Ice Cream Parlor, no Magic Kingdom, mas os que são vendidos nos carrinhos e quiosques também são muito bons.

Já o Pinneaple Float é encontrado no Aloha Isle, Adventureland, também no MK. Na verdade, é um copão com suco de abacaxi e, sobre ele, bastante sorvete de abacaxi. É até difícil de descrever, tem que provar! Ah! Só mais um detalhe sobre o Aloha Isle, além de sorvetes, água e refrigerante, dá para encontrar frutas, como fatias de abacaxi congeladas.

Agora, sem dúvida algum, o mais tradicional de todos é o Mickey Bar, o SORVETE DO MICKEY! Sorvete de baunilha, coberto com uma camada crocante de chocolate... E, o mais importante, é feito no formato do rosto do Mickey!


O sorvete do Mickey é o mais popular entre os visitantes da Disney.

Para finalizar os comentários sobre sorvetes, só quero destacar o "sorvete do futuro": dipping dots. Com vários sabores, são bolinhas de sorvete, bem refrescantes, que você consegue encontrar em diversos lugares: parques, shoppings, etc. Olhando, parecem até comprimidos, como os de remédio, mas, depois que derretem na boca...

E você? Tem mais alguma dica para enfrentar o calor da Flórida no mês de julho? Ou tem alguma outra dúvida? Deixe seu recado em nossa área de comentários!


Ah! Para não "sair do sol", nas próximas postagens vou falar de atrações que molham e dos parques aquáticos da Disney: Blizzard Beach e Typhoon Lagoon.

Por enquanto, é isso!

Beijos, abraços e até a próxima!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Quarta Dimensão???

Eis que surge mais uma atração em 4D nos parques de Orlando, ao menos, foi como alguns noticiaram a chegada do Toy Story Midway Mania, em Disney’s Hollywood Studios. Por conta disso, me dei ao trabalho de pesquisar em enciclopédias o conceito da tão falada “quarta dimensão”. Como não entendi nada, vou reproduzir um trecho do que encontrei na Wikipédia (mas, sinceramente, te aconselho a pular direto para a parte em que volto a falar das atrações, a que não está em itálico).

“O conceito de uma quarta dimensão é algo freqüentemente descrito considerando-se suas implicações físicas; isto é, sabemos que em três dimensões temos as dimensões de comprimento (ou profundidade), largura e altura. A quarta dimensão (espacial) é ortogonal às outras três dimensões espaciais. As direções principais nas três dimensões conhecidas são chamadas de em cima/baixo (altitude), norte/sul (longitude) e leste/oeste (latitude). Quando falamos da quarta dimensão, um par de termos adicional é necessário. Entre aqueles comumente empregados, incluem-se ana/kata (algumas vezes chamados de spissitude/spassitude), vinn/vout (usados pelo escritor Rudy Rucker) e upsilon/delta.

Para ser mais preciso, a quarta dimensão deveria ser identificada com o tempo (ou dimensão temporal). Todavia, entre as décadas de 1870 e 1920 na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, a expressão caiu no gosto popular com o significado de "quarta dimensão espacial" (ou seja, seria na verdade uma "quinta dimensão") e daí disseminou-se por todos os campos das artes e ciências, tornando-se "uma metáfora para o estranho e o misterioso" (Kaku, 2000, p. 41). Portanto, este artigo discute as implicações da quarta dimensão como mais uma dimensão espacial, e não no sentido que lhe é dado, por exemplo, para explicar as teorias do espaço-tempo de Einstein.”

Se você ficou na mesma (ou seguiu o meu conselho e pulou a explicação da enciclopédia), vou usar um conceito muito mais simples, que é o adotado pelos parques de diversões. As atrações em 4D são as que, além de possuírem projeções em terceira dimensão, permitem uma interatividade dos visitantes, ou que utilizem outros dos sentidos que possuímos, como tato, olfato, etc. Acho que agora ficou mais fácil. Apesar de que, nem todas as atrações do gênero são anunciadas como 4D, mas seria essa a explicação.

Sendo assim, vou falar do que interessa mesmo: as atrações!

O “Toy Story Midway Mania”, que será oficialmente inaugurado no dia 31 de maio (claro que Cast Members e portadores de passes anuais curtiram antes), é um simulador com telas em 3D, onde os turistas vão atirando nos alvos que surgem nas telas, com o objetivo de somar o maior número possível de pontos, enquanto seu carrinho se movimenta através dos vários cenários. Confesso, que estou achando muito parecido com o “Buzz Lightyear's Space Ranger Spin”, atração da Tomorrowland, em Magic Kingdom, onde você pega uma carona em um cruzador estelar e combate o terrível Imperador Zurg, arquiinimigo do Buzz. Trata-se de uma daquelas atrações em que os pais têm a desculpa de que só foram para levar o filho.


Mickey's PhilharMagic: apenas uma das muitas atrações em que os óculos 3D "enganam" nossa mente.

Outra ótima opção no Magic Kingdom é o “Mickey’s Philharmagic”, em que você viaja com o Pato Donald, através dos mais variados clássicos da Disney, obviamente, embalados pelas músicas que marcam qualquer um que tenha assistido aos mais famosos desenhos que já foram produzidos. Confesso que a única coisa que me incomoda é a vontade que eu sempre fico de comer torta de maçã (quem já foi, sabe do que estou falando).

No Animal Kingdom, o exemplo é o “It’s Tough To Be a Bug”, baseado em “Vida de Inseto”, mas, como já falei disso em outra post, não vou me aprofundar. Quem quiser pode procurar lá embaixo a postagem sobre o Animal Kingdom.

Em Epcot, tem o “Querida, Encolhi a Platéia” (Honey, I Shrunk The Audience), que eu fui pela última vez em 98, então não me lembro de muita coisa, a não ser da “lambida de cachorro”. Mas é uma atração inspirada no sucesso “Querida, Encolhi as Crianças”. Apesar de ser uma atração “antiga”, lembro que os efeitos especiais eram legais, mas, pelo tempo que já se passou desde a última vez em que eu fui, não vou tentar fazer qualquer tipo de comparação com outras atrações mais recentes.

Sobre o “Muppet Vision 3-D”, no Disney’s Hollywood Studios, também tem muito tempo que eu não vou, mas desse eu não lembro de nada mesmo. Se alguém quiser, pode deixar um comentário falando da atração. Hahahahah!!!

Mas, na minha opinião, as duas melhores atrações do gênero estão nos parques da Universal, Shrek 4-D e The Amazing Adventures of Spider-Man.

Antes deles, vou só mencionar o Terminator 2 – 3D (obviamente, baseado em “O Exterminador do Futuro”), que mescla efeitos em terceira dimensão, com show ao vivo. Para os que já se sentiram impressionados com os efeitos do filme Exterminador do Futuro 2 (o que passou nos cinemas, na Tela Quente, na Sessão da Tarde, no Domingo Maior, etc.), vale a pena conferir os efeitos saindo da tela.


Mas, dos dois que eu citei antes, o primeiro fica na Universal Studios, propriamente dita: Shrek 4-D. Fora os efeitos audiovisuais, cheiros e todas as outras coisas que, realmente, fazem nosso cérebro achar que estamos participando da aventura, de Shrek, Fiona, Burro e companhia, trata-se de um dos meus desenhos favoritos. A diversão começa já no pré-show, com os amigos do ogro mais famoso do cinema estão aprisionados pelo fantasma do Lord Farquaad, que volta dos mortos para seqüestrar a princesa Fiona. Acho que é um dos roteiros mais elaborados entre as atrações do gênero.

E, por último, o Homem-Aranha. Se você curte os quadrinhos e desenhos da Marvel, essa é a sua atração. Se você não liga muito, para super-heróis, também é a sua atração. “The Amazing Adventures of Spider-Man” traz uma mistura única entre telas de terceira dimensão e simulador. Ao contrário de todas as outras, você não fica em uma sala de projeção, mas em um carro em movimento, enquanto escapa dos ataques de alguns dos mais perigosos vilões que já passaram pelas páginas de revistas em quadrinhos. Até mesmo pelo fato de ser jornalista, acho que a atração me encanta, já que a fila passa por dentro do Clarim Diário (jornal em que Peter Parker publica as fotos que tira do Homem-Aranha) e nós nos metemos em enrascadas quando somos nomeados, de última hora, repórteres por J. J. Jameson, proprietário do jornal. Segue, abaixo, o clipe da atração.


Seja qual for seu personagem preferido, certamente, existe uma opção de 3D (ou 4D) que vai agradá-lo. Quanto a mim, acho que todas (pelo menos as que eu me lembro), me agradam muito.

Por enquanto, é isso!

Beijos, abraços e até a próxima!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Que parada é essa???

Volto a escrever depois de mais uma semana de feriadão no Brasil. Começo a achar que dia de trabalho deve ser algum tipo de lenda urbana. Mas, na verdade, não foi por causa do feriadão que eu deixei de atualizar na semana passada, foi por causa da correria mesmo.

Mas, voltando ao que interessa, como costumo fazer, estive visitando o site do Orlando Sentinel (www.orlandosentinel.com), principal jornal de Orlando, e vi que rolou uma parada com as celebridades do Disney Chanel, mas, como não conheço muito das pessoas que compõem o canal nos EUA (nem no Brasil), me lembrei de todas as outras paradas que tive a oportunidade de assistir. E de uma que me arrependo profundamente de ter perdido (conto mais no final).

A primeira parada que me marcou mesmo foi uma que tive a oportunidade de assistir em 1996, em Epcot, salvo engano, com os jogadores de basquete que compunham o Dream Team, seleção americana que disputou a Olimpíada de Atlanta. Como deve ter percebido pela postagem anterior, sou viciado em esportes, então a emoção foi grande mesmo. Certamente, foi a pior filmagem que já fiz em minha vida de cinegrafista amador. Eu, simplesmente, me esquecia que estava filmando e começava a acompanhar, com a cabeça, John Stockton, Shaquille O’Neil, David Robinson e Cia., enquanto a câmera ficava apontada para lugar nenhum, filmando chão, céu e público.

Mas, apesar de não serem incomuns, os desfiles com celebridades em parques da Disney não são uma rotina, não fazem parte do dia-a-dia dos visitantes de Orlando, então vou falar das que a gente encontra mesmo.

A primeira, como não poderia deixar de ser, é a famosa “3 o’clock parade” (piadinha interna de quem trabalhou na Disney), que passa todas as tardes pela minha querida Main Street U.S.A.: a “Disney Dreams Come True Parade”. Para dizer a verdade, ela me lembrou muito a sua antecessora (“Share a Dream Come True Parade”), mas com uma nova “roupagem”, para parecer que não é o mesmo desfile. De qualquer forma, a idéia é mostrar o sonho de Walt Disney, que conseguiu que tudo se concretizasse a partir de um rato!

À noite, ainda no Magic Kingdom, rola a “SpectroMagic”, que já é um dos clássicos da Disney. É muito legal curtir seus personagens favoritos em meio a efeitos visuais feitos com lâmpadas, fibras óticas e imagens holográficas. Por mais que possa soar isso tudo, não se trata de um desfile “hi-tech”, mas é muito bonito de se ver. E, como normalmente acontece, a galera já fica pela Main Street para assistir ao Wishes (show de fogos de artifícios, mas que eu tratarei de falar em outra oportunidade). Só para esclarecer, os desfiles do MK não acontecem somente na Main Street, mas, em geral, é onde os visitantes preferem assistir.

No Animal Kingdom, a boa é acompanhar a “Mickey's Jammin' Jungle Parade”, em que, obviamente, os principais personagens da Disney homenageam seus amigos animais, em uma temática selvagem. É realmente muito legal ver Mickey, Pateta e todos os outros passando em veículos de safári, como jipes e caminhões.


Como todos os anteriores eu já assisti, estou ansioso para ver o novo desfile do Disney’s Hollywood Studios. Depois que mudou de nome, o antigo MGM agora também tem uma nova parada, estrelada pelos personagens de desenhos da Pixar que, confesso, são meus preferidos. Pelo que já pude observar em fotos que circulam pela internet, me lembra um pouco a parada de Natal que rola no Magic Kingdom durante o período de fim de ano, mas que, além de Mickey e seus amigos, conta ainda com Papai Noel, seus ajudantes e músicas natalinas.


Por falar em parada de natal, algumas épocas do ano possuem desfiles especiais. Além da natalina “Very Merry Christimas Parade”, uma que aconteceu durante o período em que trabalhei na Disney foi a de Helloween (lembram daquela que eu disse antes que me arrependo de ter perdido?). De acordo com todos os amigos que assistiram, trata-se do melhor de todos os desfiles da Disney. Só que, quando aconteceu a apresentação especial da Mickey's ‘Boo-to-You’ Halloween Parade!” para os Cast Members, eu não fui. E, depois, eu fui escalado para trabalhar em todas as noites em que aconteciam a festa de “halloween” do Magic Kingdom, já que eu tinha folga fixa às quartas, para disputar um torneio de softbol.

Bom, seja qual for a época em que você vá a Orlando, sempre haverá uma parada para você ver. A menos, é claro, que o mau tempo não permita a realização do desfile. Mas, aí, é azar demais!

Por enquanto, é isso!

Beijos, abraços e até a próxima!

domingo, 27 de abril de 2008

Em Orlando, mas fora dos parques... - Parte 1 - Esportes

É claro que quase todas as pessoas que vão a Orlando querem ir aos parques temáticos, fazer compras e todos os programas tradicionais de turistas. Principalmente se você for de excursão, que acaba sendo mais corrido e com menos tempo livre, já que os programas são montados de uma maneira que te levem a conhecer o maior número possível de atrações, fazendo valer tudo aquilo que você gastou para ir. Melhor dizendo, tudo aquilo que investiu, pois eu considero gastar com o que te faz bem é um investimento, não um gasto.

Apesar disso, para quem tiver um pouco mais de tempo, como a galera que vai fazer intercâmbio, trabalhar na Disney, na Universal, etc., vale a pena fugir dessa rotina e fazer um programa um pouco mais diferente, aproveitando tudo o que a cidade de Orlando e as localidades vizinhas têm a oferecer. O mesmo vale para quem vai fazer um fly-and-drive, que dispõe de mais flexibilidade de tempo, por poder fazer sua própria programação.

Pensando nisso, vou tentar tratar aqui, de algumas coisas como vida noturna, lugares para comer, viagens a cidades próximas, shows, compras e, para começar, esportes. Mas a galera que quer saber dos parques e suas respectivas atrações não precisa ficar aflita, pois eu vou procurar alternar, afinal, são os parques que movem a economia da região (melhor maneira de fingir que eu quero ser indiferente e que não escrevo sobre os parques só por gostar do assunto).

Durante as duas vezes em que morei em Orlando, tive a oportunidade de fazer uma das coisas que eu mais gosto, assistir esportes. E a região de Orlando e Tampa Bay é uma das que contam com as melhores opções para isso.

Ao contrário do que muitos pensam, não é caro assistir um jogo de basquete da NBA ou uma partida de beisebol da MLB, por exemplo. E, para facilitar qualquer planejamento, basta você entrar nos sites do time e verificar quando os jogos acontecem, até porque as partidas realmente acontecem nas datas marcadas, ao contrário do futebol brasileiro.


Com o "jeitinho brasileiro", rola até de tirar fotos com a "cheerleaders"do Orlando Magic

Na primeira vez em que fui viver na “Terra da Magia”, eu já saí do Brasil com uma meta: assistar ao jogo entre Orlando Magic e Los Angeles Lakers, no dia 23 de dezembro de 2005. Acho que eu perturbei tanto meus supervisores da Disney para me darem folga que eu acabei até decorando a data. O mais legal é que, além de ter o seu lugar marcado e respeitado, você assiste com conforto, segurança, ar-condicionado, comida de qualidade e tudo mais o que se possa pedir. Ah! Como somos brasileiros, sempre damos um jeitinho de entrar na quadra e tirar fotos com as cheerleaders que, convenhamos, são um espetáculo à parte .

Outra sensação incrível é a de assistir a um jogo de futebol americano universitário. Fui ver a partida entre UCF e Southern Miss, no estádio da UCF. A imprssão que se tem é a de que você está dentro de um desses filmes com da “Sessão da Tarde”, onde a banda da universidade toca, os alunos/torcedores estão bêbados na arquibancada, mascote, líderes de torcidas e, principalmente, muita cerveja.


No estádio da UCF: muita cerveja e, conseqüentemente, tocedores bêbados.

Apesar de tudo isso, o que eu mais curti mesmo foi ver o jogo de beisebol entre Tampa Bay Devil Rays e New York Yankees. Para quem não sabe, além de ser jogador e dirigente de beisebol no Rio, sou torcedor fanático dos Yankees. Mas não foi só por ter visto o meu time vencer por 16 a 1 que a ida ao Tropicana Field, em St. Petersburg (região da Baía de Tampa), valeu a pena. Ir a um jogo de beisebol não é simplesmente assistir a um evento esportivo, mas é um programa completo. Dentro do estádio, que, pelo conforto e limpeza, mais parece um shopping Center, você conta com várias opções de restaurantes, lanchonetes, lojas, museu e entretenimento. Invariavelmente, rolam promoções e disputas, como um quiz sobre beisebol, onde qualquer um pode participar e o vencedor ganha prêmios (depois de errar as três primeiras perguntas que fizeram, cheguei à conclusão de que era melhor eu não me arriscar a pagar mico). Além disso, pagando mais três dólares, você pode tentar rebater dez bolinhas arremessadas por uma máquina (dessa vez eu me arrisquei e até que não fiz feio. Ou, pelo menos, não vou assumir aqui).


Um jogo de beisebol não é completo sem o tradicional "hot dog"

De todos esses esportes, o ingresso mais caro que eu paguei foi o do beisebol, que custou 22 dólares, mas ainda existem tíquetes para assentos mais baratos. Só para lembrar, um ingresso de arquibancada para o jogo entre Flamengo e Botafogo, pelas finais do campeonato estadual custa 40 reais, além do risco de você voltar sem a carteira e de tomar com um copo de xixi na cabeça.

De qualquer forma, seja qual for seu esporte preferido, existem opções suficientes para agradar a todos os gostos e todos os bolsos. Basta clicar em um dos sites abaixo e planejar o seu passeio.

Orlando Magic – Basquete – Orlando – http://www.nba.com/magic/index_main.html

UCF Golden Knights – Esportes Universitários – Orlando – http://ucfathletics.cstv.com/

Tampa Bay Bucaneers – Futebol Americano Profissional – http://www.buccaneers.com/

Tampa Bay Lightning – Hóquei Profissional - http://lightning.nhl.com/

Tampa bay Devil Rays – Beisebol Profissional - http://tampabay.rays.mlb.com/

Ah! Para os mais aficionados, como eu, vale também uma visita ao Disney’s Wide World of Sports, complexo esportivo da Disney, que, além de instalações de primeira qualidade, onde quase sempre tem algum evento rolando, tem o Official All Star Cafe, restaurante com uma temática esportiva e o um delicioso “cheese steak sanwich”.

Por enquanto, é isso!

Beijos, abraços e, como dizemos no mundo do beisebol, “Play Ball”!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Diversão Animal!!!

Sei que pretendia postar pelo menos duas vezes por semana, mas essa semana foi difícil de parar para escrever. Aliás, período de feriadão é sempre complicado, ainda mais no Rio, onde os feriados parecem sempre maiores e, de fato, o último durou até essa quarta, dia 23 de abril, dia de São Jorge.

Só que, se no Brasil temos datas importantes para celebrar, nos parques da Disney não é muito diferente. Afinal, na última terça-feira, dia 22 de abril, o Disney’s Animal Kingdom completou dez anos de existência.


Mais novo dos parques da Disney, Animal Kingdom completou 10 anos de existência.

E eu tive o prazer de conhecer o DAK também há dez anos, ou quase isso, em julho de 1998. Na verdade, confesso que, de início, o prazer não foi tão grande assim. Como se tratava de um parque novo, nem os mais experientes guias o conheciam muito bem, então era muito difícil o deslocamento no parque, saber que atrações priorizar, etc.

Hoje, no entanto, a coisa é bem diferente!

Mistura de parque temático com zoológico (já peço desculpas ao meu amigo Alê), dizia-se, à época de sua inauguração, que o DAK foi criado pela Disney com o intuito de competir com Busch Gardens, que também tem fortes ligações com a fauna e a ecologia em geral.

Mas, animais à parte (se é que se pode dizer isso de um parque com o nome de Animal Kingdom), os dois lugares são muito diferentes. Enquanto Busch Gardens é um lugar de montanhas-russas e atrações radicais, o DAK é mais voltado para atrações em que a família se divirta junta, filosofia sempre defendida pelo Disney. Não que BG não tenha atrações para a família, ou DAK não tenha atrações radicais, mas a diferença básica é essa.

Hoje, o Animal Kingdom conta, talvez, com o mais variado leque de opções de entretenimento para os visitantes entre todos os parques de Orlando, além de ser o maior de todos os parques da Disney. E como é mesmo difícil destacar todas as atrações sem ser cansativo, vou tentar falar um pouco de cada coisa.

Começando pelos shows, tenho escutado maravilhas sobre o musical “Procurando Nemo” que, infelizmente para mim, foi inaugurado dias depois de eu retornar ao Brasil, em novembro de 2006. Mas tem um show que eu conheço muito bem: “O Festival do Rei Leão”, que eu devo ter assistido uma dezena de vezes. O espetáculo é uma mistura de musical com circo, além de possuir forte interação com a platéia. Cantores espetaculares e acrobatas que não fazem por menos, sem contar os outros artistas e os personagens do desenho, fazem dessa, realmente, uma experiência inesquecível para qualquer pessoa.

Para quem curte atrações em 3D, o “It’s Tough to be a Bug!”, que conta como a vida de um inseto pode ser dura é uma grande pedida. A atração, na verdade, passa longe de ser somente um filme pura e simplesmente em terceira dimensão, onde somente a visão é estimulada. Ela mexendo com também com os outros sentidos do corpo humano, ou de inseto, já que recebemos a honraria de nos tornarmos insetos-honorários.


Quem curte experiências mais agitadas não pode perder o “Dinosaur”, que nos leva de volta milhões de anos no tempo e nos coloca de frente com os maiores seres que já habitaram nosso planeta. Dentro de um jipe/máquina do tempo, enfrentamos caminhos sinuosos, tiranossauros e diversos outros desafios.

Mas o melhor mesmo, é claro, é a “Expedition Everest”! Apesar de forte, não é a mais radical das montanhas-russas, mas, sem dúvida, é a mais surpreendente. Desde descida de costas a Abominável Homem-das-Neves, todos os elementos fazem da Expedition Everest uma montanha-russa sem igual. Como os funcionários da Disney tem o privilégio de experimentar as atrações antes que elas sejam abertas ao público em geral, tive a chance de ir dois dias seguidos na Everest, sem fila e sem precisar de FastPass. Não vou exagerar e dizer que fui mais de cem vezes, mas umas 40 eu devo ter ido.

Na verdade, tem muitas outras coisas para falar do Disney’s Animal Kingdom: Kilimanjaro Safaris, Kali River Rapids, etc. Mas, esses dois, por exemplo, são bem parecidos com atrações de Busch Gardens. E, como posts longos são cansativos de se ler, não vou me esticar demais.

Ah! Já ia esquecendo... GAIA!!! (Pequena homenagem aos colegas que trabalharam no zoológico, digo, no Animal Kingdom)

Por enquanto, é isso!

Beijos, abraços e até a próxima!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Logo ali...

Acho que sou uma as pessoas que mais gostam de Downtown Disney. Para quem ainda não conhece, Downtown Disney, ou DTD para os funcionários, não é um parque temático, mas um complexo de lojas, restaurantes, boates e outras opções de entretenimento.


Gênio na loja World of Disney, em Downtown Disney

Por exemplo, o Cirque du Soleil, para os que forem assistir o espetáculo La Nouba, fica em DTD. O complexo de cinemas da AMC, com “vinte e tantas” salas, também fica em DTD, assim como o PI (leia-se Pí-Ai – Pleasure Island) e o Planet Hollywood.

Mas, apesar de tudo o que tem em DTD, o que eu mais sinto falta é da comodidade e proximidade de casa, já que ele fica logo atrás do condomínio onde eu morava.

Quando queria comprar alguma coisa da Disney, era só procurar na World of Disney. Quando dava vontade de comer chocolate, era só passar na Ghirardelli (que, por sinal, é o melhor chocolate do mundo. Palavra de gordo!). Quando dava fome, era só ligar para alguém: “Aí, moleque! ‘Bora’ dar um pulinho no Mc Donald’s?”.

Aliás, que saudade de chegar no Mc Donald’s exclusivo dos Cast Members e pedir “dollar menu”.

Normalmente, acabávamos de comer e seguíamos direto para o AMC. Como a saída é pelo corredor que dá acesso às salas de cinema, normalmente a gente pagava um ingresso só e acabava assistindo uns três ou quatro filmes.

Como não sou muito de ir para a night (ou balada, para os paulistas), eu não curtia muito o PI, a não ser o House of Blues, que realmente era bem legal. Aliás, foi no PI que eu fiz a hora-extra mais tranqüila como Cast Member, do Adventurers Club (foto abaixo, com essa roupa de garçom de churrascaria rodízio), um clube de comédia em que a platéia faz parte do show. Sem exagero algum, eu passei oito horas sem trabalhar e assistindo os shows.

Por falar em show, não tem como deixar de se impressionar com o perfeccionismo do Cirque du Soleil. O que são aquelas chinesinhas do La Nouba?! Aliás, o espetáculo inteiro é espetacular (redundância proposital, só para tentar dar uma dimensão do que é isso)! Lembro que, quando eu fui assistir, um dos trapezistas caiu. Confesso que gera uma sensação de frustração que deve ser maior em quem está na platéia do que no próprio artista, tamanho é o envolvimento que gera entre o público e o show.

Outra coisa irada sobre Downtown Disney é que lá tem o Disney Quest, espécie de “Parque Temático Interativo” da Disney. Lembro que ficávamos horas jogando Daytona e bocha, apesar de diversas atrações com tecnologia de última geração, como Cyber Space Mountain (um simulador de montanha-russa em que você define o trajeto que quer fazer) e o Pirates of Caribbean (onde nos envolvemos em uma batalha de navios piratas).

Sobre as lojas, além da World of Disney, onde você encontra todos os tipos de produtos da Disney, as que eu mais curtia eram a Team Mickey Athletic Club, que vende tudo que existe relacionado entre disney e esportes (além de produtos dos principais times de futebol americano, beisebol e basquete), a loja da Lego (com varios tipos de produtos e, principalmente, esculturas feitas de Lego a seu redor) e a Virgin Megastore, com livros, cds, dvds, etc. Vale destacar, ainda, a Disney's Days of Christmas, onde você pode encontrar produtos de natal em qualquer época do ano.

Sobre os lugares para jantar, o que não faltam são opções. Na verdade, como Cast Member é pobre, acabei não conhecendo todos (lembre-se do “dollar menu” que eu costumava comer no Mc Donald’s), mas aconselho experimentar as Croquetas de Jamón (croquete de presunto) e o Pan con Lechón (sanduíche de carne de porco) do Bongos Cuban Café (restaurante cubano da Gloria Stefan), além de uma boa pizza ou massa no Rainforest Café.

Ah! De sobremesa, um sorvete da Häagen-Dazs, é claro!

Certamente, depois do Magic Kingdom, onde eu trabalhava, e do Treehouse Villas, onde eu morava, o Downtown Disney foi o lugar onde eu mais pisei, o quintal de casa...

P.S.: Quero aproveitar para agradecer à galera que perde um tempinho para deixar seus comentários, isso dá cada vez mais vontade de escrever sobre o que a gente curte! Valeu!

Por enquanto, é isso!

Beijos, abraços e até a próxima!