Previsão do Tempo em Orlando

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Hakuna Matata

Já tem um tempinho que eu venho pensando em falar desse show, que, na minha opinião (e de muitos outros) é o melhor show de todos os disponíveis em parques temáticos. Vou me arriscar a dizer que, tiradas as devidas proporções de duração, número de atrações e estrutura/palco, o Festival do Rei Leão (Festival of the Lion King), em Disney’s Animal Kingdom, me lembra demais o Cirque du Soleil.

Antes de explicar, quero compartilhar o que me motivou a escrever sobre isso hoje. O jornal britânico Daily Mail publicou uma foto de um leão pai com seu filhote no alto da pedra Simba Kopjes, no Serengeti. Pedra que teria inspirado os criadores do filme, um dos maiores sucessos da Disney.

Voltando ao show, é claro que não há comparação entre esse espetáculo e um do Cirque du Soleil, até por causa da necessidade de um show curto em parques de diversões, que precisam de várias apresentações ao decorrer do dia, para poder atender a todos, ou à maioria, dos visitantes.

De qualquer forma, é um espetáculo e tanto. Desde a apresentação de acrobatas até a performance dos cantores, tudo é de altíssima qualidade, como não poderia deixar de ser, quando falamos de padrão Disney.

Por falar em padrão Disney, é claro que essa é a diferença maior entre esse e qualquer outro espetáculo. A presença dos personagens principais do filme, Timão, Pumba e, claro, Simba, é um atratativo à parte. A perfeição de movimentos dos personagens, mesmo os “animatronics” dão mesmo a impressão de que estamos na Savana Africana, vivendo aquele momento ao lado dos animais.
Outra diferença é a interação, já que são poucos os shows que têm tanta participação da platéia como tem esse. Seja imitando bicho, seja com as crianças dançando e tocando chocalho, o Festival do Rei Leão é único também nesse sentido.

Enfim, é complicado contar tudo o que tem no show. Esse é um espetáculo que todos precisam ver. Quando você for ao Disney’s Animal Kingdom, vale muito a pena programar sua visita ao parque direito e encaixar uma parada no Camp Minnie-Mickey, entre Everest, Safari, Dinosaur e todas as outras atrações do parque.

Dando crédito às fotos, na ordem: site do Daily News, reprodução do filme "O Rei Leão" (tirado do site do Daily News) e site da Disney.

Até a próxima!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Rapidinha... Não tão rápido assim.

A barbeiragem no trânsito cria vítimas até nos parques temáticos.

No dia 14 de março (ontem se você estiver lendo no dia em que eu postei), um Cast Member foi atropelado por um visitante na Tomorrowland Indy Speedway, Magic Kingdom. O turista não teria respeitado uma ordem de parar e acertou o funcionário, que quebrou uma perna.

A atração foi fechada, mas reabriu três horas depois.

Uma curiosidade minha é a seguinte: O QUE O CAST MEMBER ESTAVA FAZENDO NA FRENTE DO CARRINHO? Com o carro atingindo a "impressionante" velocidade máxima de 12 km/h, o funcionário só precisava dar um passo para o lado. Mas, enfim... É o velho manual...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

No more McD

E não é que mais um lugar de Downtown Disney vai fechar as portas?

A notícia me foi passada ontem, pelo meu amigo Alexandre Gornatti.

O restaurante do Mc Donald's que fica ao lado da loja da Lego só vai funcionar até o dia 30 de abril. Em seu lugar, será inaugurada uma lanchonete Pollo Campero, também de fast-food, mas especializada em frango no estilo latino.



Não que eu fique triste por não poder mais comer no McD de lá, até porque, provavelmente, eu não comeria mesmo, já que existem dois Mc Donald's há menos de duas quadras de distância da minha casa, mas é meio estranho lembrar de quando eu trabalhava na Disney, morava ao lado de lá e das inúmeras vezes em que algum amigo ligava e dizia que não tinha comida em casa e nós íamos ao Mc Donald's para tirar a barriga da miséria comendo "dollar menu".

Me arrisco a dizer que a maior perda nem é a falta de opção de sandubas, batatas e outras porcarias que todos nós adoramos comer. Apesar de refil do refrigerante (muito útil no calor) e aquele molho de queijo cheddar liberado para lambuzar a batata-frita. A maior perda, na minha opinião, vai ser a mudança do prédio e, principalmente, do gigantesco letreiro do Mc Donald's, em que todo turista tirava uma foto.

Bom... Estou de volta com o blog. Critiquem, elogiem, deixem sugestões de assuntos, dúvidas, etc. Eu sempre leio o que escrevem e tento seguir o que pedem.

Beijos, abraços e até a próxima!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Novos Ares

Fora o desgaste natural de ter que sair de um vôo longo para Dallas, Atlanta, NY, Miami, etc. e ainda ter que pegar outro para Orlando, quem nunca teve que correr para conseguir passar pela imigração americana e conseguir pegar o vôo de conexão para Orlando a tempo? Ou, pior, perdeu o vôo que estava previsto e teve que ser remanejado para outro?

Eu, particularmente, já passei algumas vezes pelas duas situações, tanto em Miami quanto em Atlanta.

Então, não chega a ser uma novidade para quem costuma acompanhar revistas e encartes especializados em viagens, mas, sem dúvida alguma, trata-se de uma ótima notícia para os amantes de parques temáticos. A partir desse mês, a TAM começa a realizar vôos regulares entre as cidades de São Paulo e Orlando. Como estou fazendo um curso de Comissário de Bordo (ou aerotio, como já tem gente me chamando), essa semana tive acesso a mais detalhes.

O interesse da empresa surgiu pelo fato de a cidade ser o terceiro maior destino da brasileirada que viaja para a terra do Tio Sam, ficando atrás somente de Miami e Nova Iorque. Outro fato que fez “crescer o olho” da companhia paulista foi o de que, por sua infra-estrutura, o Aeroporto Internacional de Orlando é considerado um o melhor ponto de conexão para outras cidades americanas, inclusive quando comparado ao de Miami.

Isso, aliás, pode ter sido decisivo no interesse da TAM, mais até do que os passageiros que seguem para Orlando, já que a companhia é a mais nova integrante da Star Alliance (uma aliança operacional entre diversas companhias aéreas do mundo e que já teve a Varig, nos tempos em que era A VARIG, como representante brasileira), e os passageiros da empresa brasileira voariam para outras localidades nos EUA pela United Airlines e US Airways.

O vôo inaugural acontece no dia 21 de novembro e a expectativa é de que cerca de 10 mil passageiros por mês utilizem os vôos JJ 8086 (Guarulhos/Orlando) e JJ 8087 (Orlando/Guarulhos). Com expectativa de ocupação de 75% dos assentos da aeronave, um Airbus A 330.

Confesso que pela ligação que tenho com a cidade de Orlando e pelo fato de ser um futuro comissário de bordo, fico muito feliz com essa nova rota. Quem sabe, em breve, não estarei recebendo para passear na Disney, na Universal ou em outros lugares de Orlando durante meu repouso após o vôo? Tudo bem que já faço isso como guia ou Cast Member, mas não é nada ruim contar com mais uma opção, né?

Ah! Vocês devem estar se perguntando com relação ao preço, né? Bem, a passagem em classe econômica vai sair a partir de 908 dólares, valor semelhante ao de um bilhete para Miami.

Uma diferença para quem está acostumado aos "corujões", aqueles vôos que varam a madrugada, a "perna de ida", o vôo JJ 8086, vai sair de São Paulo às 11h30, chegando a Orlando por volta das 17h. Já a volta segue varando a noite, partindo às 18h50.

Por enquanto, é isso!

Beijos, abraços e até a próxima!

sábado, 1 de novembro de 2008

Boo to you!

Fala, galera!

Finalmente, depois de algumas coisas que me impediram de dar atenção ao blog, estou voltando a escrever sobre Orlando, Disney, Universal e tudo mais o que acontece na “Terra da Magia”.

Normalmente, procuro falar sobre coisas que ainda vão acontecer, lançamento, futuras atrações, etc. Mas o que me fez “lembrar” de voltar a postar foi algo que terminou no último dia 31 de outubro, o Mickey's Not-So-Scary Halloween Party.

Para quem não sabe, a Disney realiza algumas celebrações especiais em seus parques. E, como acontece tradicionalmente no mês de outubro, o Magic Kingdom recebeu a festa de Halloween. Durante algumas noites, os visitantes que compram o tíquete especial entram no parque para uma noite muito divertida, com todos fantasiados e, obviamente, muito doce sendo distribuído para as crianças de todas as idades, afinal, na Disney ninguém é adulto. Muita gente fica revoltada de ter que deixar o parque e não poder seguir na festa sem comprar o tíquete, que custou 56 dólares para essa temporada, mas, numa boa, vale a pena pagar para conhecer e se divertir.

De todas as celebrações especiais da Disney, a de Halloween, certamente, é a que eu mais gosto. Todos, sem exceção, entram no clima. Ainda mais para brasileirada, que tem aquela mania de não usar fantasia, com medo de pagar mico, é de se aplaudir a criatividade dos americanos para essa época do ano. Lembro de várias figuras que passaram por mim nessa época, em 2006: crianças vestidas de piratas e princesas, vovós vestidas de Minnie Mouse, universitárias vestidas de Sininho (ai ai...) e, a melhor de todas, uma família inteira como “Branca de Neve e os Sete Anões”, onde, claro, a Branca de Neve era uma menininha de 4 anos e os anões eram os adultos. Criatividade nota mil!

Fora os visitantes que fazem a sua parte, não preciso dizer que a Disney também da um show na organização do evento, né? Desde a parada de Halloween (vocês podem assistir ao vídeo inteiro em meu post sobre as paradas - http://em-orlando.blogspot.com/2008/05/que-parada-essa.html), até a queima de fogos especiais dessa época que para muitos, incluindo eu, são as melhores da temporada.

Sem falar no tradicional Trick or Treat (doces ou travessuras), onde são distribuídas, literalmente, toneladas de doces, e da decoração especial do parque, com cabeças de abóboras por todos os lados.

Depois de Halloween, o Magic Kingdom vai entrar, a partir do dia 10 de novembro, no clima de natal! Essa é a data em que começa “Mickey’s Verry Merry Christmas Party”, mas esse é um assunto para o próximo post, ok?

Ah! E eu prometo que não vou demorar tanto!

Beijos, abraços e até a próxima!

P.S. 1: Obrigado ao meu irmãozinho Alê, de quem roubei a primeira foto desse post, para mostrar como foi a decoração de Halloween desse ano! Espero que ele não demore a colocar fotos da decoração de natal! hahahaha

P.S. 2: Sei que vão perguntar para poder me zoar. Então me antecipo... Sim, sou eu vestido de soldado da Rainha de Copas distribuindo doces para piratas e princesas.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Para não esquentar a cabeça - Parte 3

Fala, galera!
Esse, provavelmente, é a minha última postagem aqui, antes de eu embarcar de volta a Orlando, daqui a uma semana. Sei que ainda tem um bom tempo até lá, mas agora começam os preparativos para a viagem.
E, para fechar a “trilogia” sobre o verão da Flórida, nada como falar das atrações mais refrescantes dos parques temáticos. Afinal, sob um calor que beira os 40°C, é sempre bom dar uma molhadinha na Splash Mountain.
Aliás, antes de falar do que interessa, isso me lembra uma coisa que eu nunca consegui entender: POR QUE RAZÃO DIVERSAS PESSOAS USAM CAPAS NESSAS ATRAÇÕES??? O objetivo é se molhar, se você vai usar o famoso “Mickey Poncho”, é preferível nem enfrentar a fila!
Numa boa, você está na Disney, no verão da Flórida, então: MOLHE-SE!!!
Bem, passada a minha revolta, vamos ao que interessa mesmo!
Não só por ficar no “meu parque”, Magic Kingdom, a Splash Mountain é, para mim, a mais especial. Apesar de nunca ter assistido ao controverso filme “A Canção do Sul”, acho muito legal a mistura de quedas com passeio no escuro, enquanto navegamos pelas aventuras do coelho Quincas. Essa atração, na verdade, deu origem a muitas outras que surgiram, posteriormente, em outros parques da Flórida.
Uma dessas atrações inspiradas, para não dizer que foi copiada, pela Splash Mountain é a Dudley Do-Right's Ripsaw Falls, que, parece até de propósito, também foi baseada em um desenho que eu não me lembro de ter visto e em um filme que não fez sucesso no Brasil, “Polícia Desmontada”. Essa atração, em Island of Adventure, entretanto, é bem mais nova que a Splash Mountain. E o “roteiro” é outro: ajudar o herói, um integrante da polícia-montada do Canadá, a salvar sua namorada.
Outro resgate de “donzela em perigo”, sob jatos d’água, acontece em Popeye and Bluto's Bilge-Rat Barges, também em Island of Adventure. Nessa, descemos corredeira abaixo, num rafting, enquanto nos encharcamos e ajudamos o Popeye a salvar sua amada, Olívia Palito, das garras do Brutos. Essa atração, pelo menos, foi inspirada em um desenho que eu conheço. Aliás, ainda lembro do argumento da minha mãe: “Come espinafre que é para ficar forte que nem o Popeye”! Hahuahuahuuha!
Ainda no estilo rafting, o Disney’s Animal Kingdom tem o Kali River Rapids, mais uma correideira em que descemos em um grande bote, com muita água entrando e, se não fosse suficiente, ainda tem uma galera que faz questão de gastar suas moedas para tentar molhar ainda mais o pessoal. Ah! O ambiente reproduz uma floresta tropical asiática. (Detalhe: reparem na família vestindo capa de chuva. POR QUE VOCÊS FORAM NA ATRAÇÃO, SE NÃO QUERIAM SE MOLHAR???)
Também nesse estilo, o Busch Gardens tem o Congo River Rapids. E o nome não é mera coincidência, não. Para falar a verdade, a atração do Disney’s Animal Kingdom é uma cópia da de Busch Gardens. A diferença é que a do parque de Tampa reproduz uma floresta tropical africana. Fora isso, mesmo estilo de corredeiras, mesmo estilo de botes e os mesmos desocupados tentando te molhar ainda mais.
Agora, uma das coisas mais bizarras e divertidas acontece no Tanganyika Tidal Wave, também em Busch Gardens. Um bote para 20 pessoas cai por uma rampa de 17 metros e gera uma onda gigante, que, além dos ocupantes, molha também as pessoas que estão observando, numa ponte em frente à queda. Na verdade, molha mais os observadores do que os ocupantes do bote. O vídeo abaixo, apesar de muito tremido, dá uma noção do banho!
Bom, seja qual for o parque, ou mesmo seu estilo de atrações, sempre haverá uma opção para você escapar do calor da Flórida. Agora, por favor, capa de chuva não!
Por enquanto, é isso!
Boa viagem a todos que seguem para Orlando no mês de julho!
Beijos, abraços e até a próxima!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Para não esquentar a cabeça - Parte 2

Certamente, nada melhor que um bom mergulho para amenizar o forte calor da Flórida no mês de julho, certo? Se você gosta de fortes emoções, errado!

Nos parques aquáticos da Disney, as opções vão muito além de um simples mergulho. Toboáguas, piscinas de ondas e até um tanque para nadar com tubarões estão entre as opções para os visitantes.

O mais antigo dos parques aquáticos da Disney, inaugurado em 1989, o Typhoon Lagoon tem sua origem explicada por uma “lenda”, segundo a qual, uma forte tempestade tropical teria arremessado pranchas de surf e barcos para o alto de casas, árvores e até para o topo de um vulcão. Essa tempestade, inclusive, seria a responsável pelo curso das águas dos rios que percorrem o parque.

Seja como for, independentemente de lenda, o Typhoon Lagoon é um parque da Disney e, como tal, reúne atrações para todos os gostos e idades:

- Para os amantes da vida marinha, o Shark Reef é uma ótima pedida. Nesse tanque de água salgada, você pode nadar com seu snorkel, enquanto observa, próximos a você, diversos tubarões e peixes tropicais.

- Para quem gosta de velocidade, a boa é deslizar em um dos muitos escorregadores e tobogãs espalhados pelo parque. Destaque para a “montanha-russa aquática” Crush ‘n’ Gusher, onde, a gravidade nos puxa para baixo e jatos de águas nos impulsionam para cima; para o Humunga Kowabunga, três tubos fechados e velozes, por onde deslizamos até cair na piscina; e para o Storm Slides, que são três escorregadores de alta velocidade, com várias curvas e um final encharcado (o que passa longe de ser um problema).

- Sempre tem uma galera que prefere pegar um bronzeado e relaxar. Para esses, nada melhor que a piscina de ondas, o riacho Castaway Creek ou deitar em uma das espreguiçadeiras disponíveis na praia do parque.

Se a lenda diz que o Typhoon Lagoon foi criado por uma tempestade tropical, uma tempestade de inverno, com muita neve, teria sido a responsável pelo surgimento de Blizzard Beach, a primeira estação de esqui do estado da Flórida que, com o calor que faz a neve derreter, passa a contar com tobogãs e pistas de slalon.

- Se você gosta de fortes emoções, aliás, mais do que isso, se você é corajoso de verdade, vale a pena enfrentar o Summit Plummit. Trata-se, simplesmente, do mais alto e veloz escorregador aquático dos EUA. Confesso que já vi muito valentão dizer que ia e, na “hora H” arrumar uma desculpa (Ah! Antes que eu me esqueça, deixem-me mandar um abraço aos meus primos Flávio e Digo! Sem querer insinuar nada...). Com o formato de uma rampa de saltos, o Summit Plummet tem altura equivalente a um prédio de 12 andares e atinge uma velocidade superior a 88 km/h. DICA: Se tiver mesmo coragem e vontade de ir, vá logo que abrir o parque, uma vez que, depois, as filas ficam enormes.

- Ainda no mundo das “fortes emoções”, para o mais medrosos, ou que não querem pegar uma fila com a do Summit Plummit, o Slush Gusher também é bem veloz e divertido.

- Obviamente, quem vai em excursão ou em família, quer se divertir junto com o resto da galera. Para isso, nada melhor que fazer um rafting no Teamboat Springs, um bote onde seu grupo vai ter a chance de deslizar, junto, montanha abaixo.

- Continuando com a diversão em família, ou em grupo, (e para dar chance de que meus primos tenham uma defesa), vale a pena apostar uma corrida no Tobbogan Racers, onde até oito pessoas podem disputar para ver quem é o primeiro a chegar lá embaixo.

Claro que os dois parques têm muito mais opções de piscinas, escorregadores, corredeiras, praias e muitas outras atrações, mas, para não ficar muito grande, vou ficar por aqui.

No próximo post, vou falar de algumas atrações refrescantes dos parques temáticos.

Por enquanto, é isso!

Beijos, abraços e até a próxima!