Previsão do Tempo em Orlando

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Rapidíssima!

Entusiasta de montanhas-russas como eu sou, sempre fico ansioso para experimentar as novas atrações radicais da Flórida. E, mais uma vez, a temporada vai ser de novidade em Busch Gardens.

Não há dúvidas de que o grande diferencial de Busch Gardens, em relação aos parques de Orlando, sempre foi o espírito radical, a grande quantidade de montanhas-russas. Entretanto, de um tempo para cá, outros parques começaram a investir mais em atrações desse tipo, tirando aquele que seria o que BG apresentava de diferente. Mais que isso, passaram a utilizar atrações com sistema de lançamento dos carros, impulsionados por eletromagnetismo, que possibilitam bastante velocidade desde o início. São os casos, por exemplo, de Hulk (Islands of Adventure) e Rock 'n' Roller Coaster (Disney's Hollywood Studios).

Ainda sem uma atração do gênero, e vendo sua hegemonia como parque radical sendo ameaçada, o parque de Tampa decidiu criar mais uma montanha-russa: a Cheetah Hunt, que promete ser a atração com o mais veloz lançamento entre todos os parques da Flórida.

O nome da atração, aliás, já gerou polêmica. Em tradução livre, Cheetah Hant significa “Caça do Guepardo”. A ideia, obviamente, é simbolizar a velocidade de um gueapardo durante a caça, mas alguns ativistas americanos, defensores dos direitos dos animais, interpretaram como uma “caça ao guepardo”. Acho que foi uma forma de encher o saco, de pessoas que não parecem ter mais com o que se preocupar. Vale lembrar que Busch Gardens foi um dos primeiros parques temáticos do mundo a defender a preservação de animais, especialmente animais selvagens.

Voltando à atração, são três “tiros”, durante o percurso, que nos impulsionam a uma velocidade de até 100 km/h. Além disso, quedas de aproximadamente 40 metros e giros que simulam a agilidade dos guepardos, durante a caça.

Bom... No dia 10 de julho, eu vejo se a montanha-russa é boa ou não. Aí, prometo que conto tudo com muito mais detalhes e imagens aqui.

Beijos e abraços, a quem de direito.

Até a próxima!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Retrospectiva-2010 - Parte 2

Por tudo o que se falou do Wizarding World of Harry Potter (Islands of Adventure), desde antes de sua inauguração, em junho, eu já fui me preparando para ficar decepcionado. Não que alguém tenha falado mal, muito pelo contrário.

Todos elogiaram tanto o trabalho feito pela Universal que eu achei que não chegaria perto do nível em que colocaram. Isso, na verdade, é uma característica pessoal. Por ser exigente demais, eu tendo a me decepcionar com as coisas sobre as quais são colocadas grandes expectativas. Em geral, frases como “é o melhor filme de todos os tempos” são prenúncios de que me decepcionarei.

Voltando ao “Harry Potter”, fizeram tanto barulho, falaram tanto sobre isso que, quando eu cheguei lá,...

... descobri que era tudo isso mesmo! Espetacular!

Não costumo dar notas aqui no blog, até por considerar que gosto é uma coisa muito pessoal, mas Harry Potter e a Jornada Proibida (Harry Potter and the Forbidden Journey), principal atração do WWHP, merece ser a exceção. NOTA DEZ!

A riqueza de detalhes chama a atenção antes mesmo de entrarmos no castelo que abriga a escola de bruxaria de Hogwarts. Já na fila, objetos dos filmes, hologramas e efeitos especiais, que fazem até nevar, ajudam a distrair os visitante e a fazer o tempo “passar mais rápido”.

Apesar de tudo isso, o mais incrível é na atração mesmo. É muito difícil caracterizar com exatidão como é Harry Potter and the Forbidden Journey, então vou dizer que é uma mistura das duas melhores atrações de Orlando, até então: Homem-Aranha (também no Islands of Adventure) e Soarin’ (Epcot).

Vou correr o risco e tentar definir a atração. Trata-se de um simulador que te leva através de cenas e ambientes do Castelo de Hogwarts e seus arredores, entrando, inclusive, em uma partida de quadribol. Todos as sensações às quais a atração pretende nos submeter são tão reais quanto possível: sensações de voo, queda, giro , etc.

Na verdade, não há descrição, por palavras, que consiga demonstrar exatamente o que é o Harry Potter and the Forbidden Journey. É uma daquelas experiências que precisam ser vividas.

A área dedicada a Harry Potter tem mais duas atrações: Flight of the Hippogriff e Dragon Challenge. Para ser honesto, não são atrações novas. As duas já existiam, mas passaram por uma repaginada e uma mudança de nome. Antes, respectivamente, eram Flying Unicorn e Duelling Dragons.

Ambas são montanhas-russas, sendo a primeira uma atração familiar (leia-se infantil) e a segunda é mais radical. Porém, como não são novidades, não vou me aprofundar.

Fora das atrações, o ambiente segue no tema de Hogwarts, com direito a neve, cocô de coruja, e, obviamente, muitas opções para você gastar os seus dólares: lojas de souvenires, restaurante, carrinhos de bebidas e até doceria. Entre as bugigangas, estão camisas, varinhas e até sapos de chocolate.

Sobre duas coisas que me perguntam muito: suco de abóbora e, principalmente, cerveja amanteigada. Bom... Gosto, repito, é uma coisa muito pessoal, mas vou deixar minhas opiniões sobre ambas.

O suco de abóbora é bem ruinzinho, simples assim. Eu não compraria (nem comprei, na verdade, já que bebi o da Laura, minha colega guia, também da ABT Operadora), mas, se você é daqueles fãs que fazem questão de experimentar tudo o que diz respeito à saga de Harry Potter, vá em frente!

Já a cerveja amanteigada tem um gossto bem peculiar, bem estranho, com um forte sabor de baunilha, e vem em duas versões: a regular, que parece um refrigerante com espuma, e a frozen. Apesar de ser o mesmo produto em estados diferentes, os vereditos também são diferentes.

Não gostei da versão regular. Achei que o “refrigerante de baunilha” não ficou muito legal, ficou meio enjoativo.

No caso da versão frozen, o sabor e a textura passam a sensação de que você está tomando um milk-shake de baunilha diferente. Não que seja exuberante, mas vale a pena, principalmente em dias quentes.

Acho que já escrevi muito, né?

Para fazer justiça, roubei todas as fotos do blog da Albatroz (http://abtnadisney.blogspot.com/). Vale a pena dar uma visitada!

Fico por aqui, então.

Beijos e abraços!

Até o próximo post!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Retrospectiva-2010 - Parte 1

Eu fiquei pensando sobre o que seria mais interessante colocar aqui no blog: uma retrospectiva, com as atrações "novas" (vocês entenderão as aspas) que mais me agradaram em 2010, ou uma projeção sobre o que teremos de novidades para 2011. Na dúvida, vou dedicar as próximas postagens a fazer as duas coisas.

Nesse primeiro “post”, vou com uma restrospectiva, né?

Sem dúvida alguma, o maior fenômeno do ano foi o Harry Potter, mas, antes de falar do espaço e atrações que nos levam a Hogwarts, quero destacar uma montanha-russa: Hollywood Rip Ride Rockit.

Os mais atentos e bem informados, certamente, se coçaram e pensaram em me corrigir, já que a Rockit (dá muito trabalho escrever o nome inteiro) não foi lançada esse ano, mas esse foi o motivo de eu ter colocado aquelas aspas no primeiro parágrafo. Como a montanha-russa foi inaugurada em agosto de 2009, se tornou novidade para mim, pelo fato de eu tê-la conhecido somente na temporada de julho desse ano.

Em geral, não é difícil uma atração radical, especialmente montanhas-russas, me agradarem, mas a Hollywood Rip Ride Rockit conseguiu, na minha opinião, ocupar o posto de melhor montanha da região (Orlando, Tampa, etc.).

É muito difícil definir o que faz uma montanha-russa ser a melhor. Alguns vão defender a velocidade, outros defenderão a altura de suas quedas, enquanto mais um grupo pode priorizar atrações com mais loopings e inversões. De qualquer forma, seja qual for a sua preferência, você vai ficar satisfeito com a atração da Universal Studios.

A Hollywood Rip Ride Rockit, para mim, conseguiu uma combinação que fica perto de alcançar a perfeição. Veloz, alta, com giros e MÚSICA. Mas, antes que digam, ela não é como a Rock ‘n’ Roller Coater (Disney’s Hollywood Studios), em que você vai ouvir a música programada pelo parque (nada contra o grupo Aerosmith ou a atração, gosto muito dos dois).

Na Rockit, através de um painel localizado à sua frente, você escolhe o gênero musical de sua preferência e, dentro dele, há um menu com diversos artistas e músicas.

Ah! Mas tem que ser rápido. Se você perder tempo, sua música será selecionada automaticamente.

Ao lado da Rock ‘n’ Roller Coaster, a Hollywood Rip Ride Rockit é a prova de que uma boa trilha sonora acrescentar ainda mais adrenalina às suas aventuras.

Fechando, alguns dados da Rockit:

- Altura da maior queda: 52 metros;

- Velocidade máxima: 105 km/h;

- Comprimento do trajeto: 1.200 m;

- Duração: 1’45”;

- Opções de trilhas sonoras: 30 músicas, divididas em cinco gêneros (rock clássico e heavy metal, club e eletrônica, country, rap e hip-hop e, fechando, pop e disco).

Por hoje, estou ficando por aqui. Nos próximos dias, volto com mais uma retrospectiva-2010: The Wizarding World of Harry Potter.

Beijos, abraços e até a próxima!

Ah! Não esqueça de deixar seu comentário, falar qual sua montanha-russa preferida ou o seu destaque para 2010.

Agora, sim... Fui!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Curtinha - Toontown fecha em fevereiro

Anunciada a data de fechamento da Mickey’s Toontown Fair, em Magic Kingdom. A área, onde se encontram a montanha-russa do Pateta e os personagens para fotos, ficará em funcionamento até o dia 11 de fevereiro de 2011.

O fechamento da Toontown faz parte do pacote de medidas para a expansão da Fantasyland, que, quando concluída, deixará a área com o dobro do tamanho original.

Segundo a Disney, os personagens encontrados na Toontown serão reposicionados em outras localidades do Magic Kingdom.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Disney's Fastpass x Universal Express Pass - Parte 2

Dando sequência ao post duplo sobre os passes rápidos da Disney e da Universal, vou falar, agora, do Universal Express Pass (Universal Studios e Islands of Adventure).

Eu me sinto até feliz em falar desse benefício pois a ABT Operadora/Albatroz Turismo, de Londrina-PR, empresa pela qual eu levo grupos, é uma das únicas que oferecem esse privilégio. Para ser sincero, não conheço nenhuma outra, mas, se você souber, pode mandar o nome da empresa em seus comentários.

Ao contrário do que acontece na Disney, onde o Fatspass é um benefício que está disponível para qualquer um, o Express Pass da Universal é pago a parte, motivo pelo qual as empresas não costumam oferecê-lo aos seus grupos de excursões.

É claro que vai ter gente, principalmente guias e agentes de empresas que não ofereçam esse benefício em seu pacote, que vai dizer que não faz muita diferença, que é besteira, etc., mas o da Disney, que é gratuito, todo mundo faz questão de usar. Pessoalmente, não vejo diferença em esperar mais de uma hora na fila do Soarin’ (Epcot) ou mais de uma hora na fila dos Simpsons (Universal).

Pode parecer que quero “puxar a sardinha para a brasa” da empresa com a qual viajo, mas, para mim, mais de uma hora de fila é o mesmo que mais de uma hora perdida em qualquer parque ou atração. De fato, quando a Cris, que coordena os grupos da Albatroz, me disse que incluiria o Express Pass no pacote de Julho de 2011, quase chorei de alegria.

De qualquer forma, como sempre falo, o meu objetivo principal é ajudar quem vai a Orlando a poder se planejar, a saber as opções que tem. Se você vai com a família, sem excursão, em períodos muito cheios, eu te aconselho a investir um pouco mais e a comprar o Express Pass.

Os parques da Universal, principalmente o Islands of Adventure, têm atraído muito mais visitantes após a inauguração de The Wizarding World of Harry Potter. Segundo a empresa, o crescimento na venda de ingressos superou os 60%. Isso, obviamente, significa 60% a mais de fila também.

Os preços, por dia, variam de US$ 25,99 a US$ 69,99, dependendo do dia e da época do ano. O valor é mais alto na última semana do ano, e, em julho, fica por volta de 56 dólares. Vamos à nossa conversa virtual: “56 dólares é barato, Nando?”. Com certeza, não é pouca grana, mas, com a mesma certeza, eu afirmo que você, provavelmente, gastaria mais que isso em bugigangas e coisas inúteis que, depois de três meses, iriam para a lixeira.

Ao contrário do que acontece com o Fastpass, da Disney, o passe expresso da Universal não tem qualquer restrição de horário para ser utilizado, podendo sair de uma atração e pegar a fila expressa de outra imediatamente.

Abaixo, algumas das atrações em que o Express Pass pode ser usado:

- Universal Studios: TERMINATOR 2: 3-D, E.T. Adventure, MEN IN BLACK Alien Attack, JAWS, TWISTER…Ride It Out, Revenge of the Mummy, Jimmy Neutron’s Nicktoon Blast, Shrek 4-D, Disaster!SM A Major Motion Picture Ride...Starring YOU e The Simpsons Ride, entre outras.

- Universal's Islands of Adventure: Poseidon’s Fury, Dragon Challenge, Jurassic Park River Adventure, Dudley Do-Right’s Ripsaw Falls, Popeye & Bluto’s Bilge-Rat Barges, The Amazing Adventures of Spider-Man, Doctor Doom’s Fearfall, Incredible Hulk Coaster, Flight of the Hippogriff, …

Por enquanto, é isso!

Beijos a quem for de beijos, abraços a quem for de abraços!

Até a próxima!

Disney's Fastpass x Universal Express Pass - Parte 1

Algumas pessoas, planejando suas viagens a Orlando, já vieram me perguntar o motivo pelo qual, geralmente, as empresas de turismo só colocam Fastpass para os parques da Disney, deixando as atrações da Universal de fora.

O Disney’s Fastpass, na verdade, é uma cortesia da Disney. É um passe que todo visitante tem direito, bastando que utilize seu ingresso para retirar o FP em uma das máquinas que ficam próximas às entradas das principais atrações. Quando a máquina liberar o tíquete, estará impresso um horário para você retornar à atração, além da hora a partir da qual outro Fastpass estará disponível para você.

Vale lembrar que, na maioria das vezes, minhas postagens têm o objetivo de ajudar quem vai a Orlando em alta temporada, com os parques bem cheios, como no mês de julho, por exemplo. Quem vai em períodos mais vazios, claro que consegue tirar proveito das dicas que dou aqui, mas tem uma flexibilidade maior, já que enfrentam menos filas.

Pegar os passes não é difícil, mas requer certo planejamento para usá-los. Como existem restrições, como os horários de retorno e de liberação para mais um FP, procure se informar sobre as atrações em que as filas são maiores. Veja também a localização dos brinquedos, pois você pode aproveitar para divertir-se em algum outro lugar próximo ou, até mesmo, comer em algum lugar, dependendo do horário. Além disso, em parques com shows, é bom ficar de olho se os horários dos shows e de retorno do Fastpass não conflitam.

Uma das vantagens de viajar em excursões é ter um guia que conhece melhor os parques, horários, localizações, etc. Não existe uma fórmula perfeita, até porque cada guia trabalha da forma que achar mais eficiente, ou mais adequada pela empresa, mas, normalmente, enquanto o grupo entra na atração com um dos guias, o outro já corre para pegar Fastpass.

“Se eu não for com guia, então, estou ferrado?”, você pode estar se perguntando. É claro que é uma comodidade ter um guia trabalhando por você, mas não quer dizer que você está ferrado. Entretanto, como eu disse antes, vai ter que se planejar. Procure os funcionários dos parques, principalmente os que trabalham com Guest Relations, e pergunte que atrações possuem esse benefício, que atrações valem mais a pena, quais costumam ter as maiores filas, etc.

Mais uma coisa: normalmente, você consegue entrar na fila do Fastpass depois de o horário ter vencido, mas dificilmente te deixam entrar antes. Essa tolerância é só porque você pode ter perdido o horário por estar em outra fila, comendo, etc.

Claro que eu não poderia terminar esse post sem dar dicas de atrações onde você pode usufruir desse benefício, né?

Em Epcot, minha sugestão é já tirar o passe do Soarin’, se possível, assim que voê entrar no parque. Trata-se de uma das atrações com as maiores filas de Orlando. Então, pegue o seu FP, se a fila estiver grande, e vá aproveitar o resto do parque. Não demore a pegar o Fastpass, pois, em alta temporada, eu já vi os passes se esgotarem antes de meio-dia.











No Hollywood Studios, antigo MGM, vale a pena dar uma priorizada também no Toy Story Mania!, onde a fila normal passa, facilmente, de duas horas de espera. Depois de garantir seu passe, siga para a Tower of Terror ou para a Rock ‘n’ Roller Coaster.

No Disney’s Animal Kingdom, você pode começar o dia pegando o Fastpass da montanha-russa Expedition Everest e, de lá, ir para o Dinosaur.

A situação é diferente dos outros parques, quando falamos de Magic Kingdom. Por ser um parque que conta com um número maior de atrações famosas, na minha opinião, o ideal é deixar para ver, no dia, como as filas estão e, aí sim, planejar como vai usar o Fastpass.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Hakuna Matata

Já tem um tempinho que eu venho pensando em falar desse show, que, na minha opinião (e de muitos outros) é o melhor show de todos os disponíveis em parques temáticos. Vou me arriscar a dizer que, tiradas as devidas proporções de duração, número de atrações e estrutura/palco, o Festival do Rei Leão (Festival of the Lion King), em Disney’s Animal Kingdom, me lembra demais o Cirque du Soleil.

Antes de explicar, quero compartilhar o que me motivou a escrever sobre isso hoje. O jornal britânico Daily Mail publicou uma foto de um leão pai com seu filhote no alto da pedra Simba Kopjes, no Serengeti. Pedra que teria inspirado os criadores do filme, um dos maiores sucessos da Disney.

Voltando ao show, é claro que não há comparação entre esse espetáculo e um do Cirque du Soleil, até por causa da necessidade de um show curto em parques de diversões, que precisam de várias apresentações ao decorrer do dia, para poder atender a todos, ou à maioria, dos visitantes.

De qualquer forma, é um espetáculo e tanto. Desde a apresentação de acrobatas até a performance dos cantores, tudo é de altíssima qualidade, como não poderia deixar de ser, quando falamos de padrão Disney.

Por falar em padrão Disney, é claro que essa é a diferença maior entre esse e qualquer outro espetáculo. A presença dos personagens principais do filme, Timão, Pumba e, claro, Simba, é um atratativo à parte. A perfeição de movimentos dos personagens, mesmo os “animatronics” dão mesmo a impressão de que estamos na Savana Africana, vivendo aquele momento ao lado dos animais.
Outra diferença é a interação, já que são poucos os shows que têm tanta participação da platéia como tem esse. Seja imitando bicho, seja com as crianças dançando e tocando chocalho, o Festival do Rei Leão é único também nesse sentido.

Enfim, é complicado contar tudo o que tem no show. Esse é um espetáculo que todos precisam ver. Quando você for ao Disney’s Animal Kingdom, vale muito a pena programar sua visita ao parque direito e encaixar uma parada no Camp Minnie-Mickey, entre Everest, Safari, Dinosaur e todas as outras atrações do parque.

Dando crédito às fotos, na ordem: site do Daily News, reprodução do filme "O Rei Leão" (tirado do site do Daily News) e site da Disney.

Até a próxima!